Parashat Ki Tissá – Então levarás

Beit HaDerekh

Parashat Ki Tissá  Então levarás

Ex. 30:11-34:35,
1Rs. 18:1-39,
Mc 7:1-8:38

A Parashat Ki Tissá Resumida

A Parashat Ki Tissá começa com a ordem de D’us a Moisés para fazer um recenseamento, coletando uma contribuição de meio-shêkel de cada adulto do sexo masculino entre as idades de 20 e 60, e este valor iria para o Mishcan (Tabernáculo).

D’us descreve a Moisés o kiyor de cobre (lavatório e base) na qual os Cohanim santificarão suas mãos e pés antes de servirem no Mishcan.

É também discutido o azeite para unção que seria usado para santificar os vários utensílios para uso normal.

A isso segue-se a receita para o ketoret, incenso aromático a ser queimado duas vezes ao dia.

D’us designa Betsalel, da tribo de Yehudá, e Aholiyav, da tribo de Dan, a supervisionar a construção do Mishcan que está para ser iniciada.

O mandamento do Shabat é então repetido para advertir a nação de que mesmo a construção do Mishcan não interromperia a observância do dia semanal de descanso.

A Torá retorna à narrativa da Revelação no Monte Sinai, e descreve o terrível pecado do bezerro de ouro.

D’us atende às preces de Moisés para que os filhos de Israel sejam poupados da aniquilação total por sua grave transgressão, e

Moisés desce da montanha com as duas Tábuas dos Dez Mandamentos.

Ao testemunhar uma parcela da população dançando ao redor do Bezerro de Ouro, Moisés quebra as Tábuas e queima o ídolo, iniciando o processo de arrependimento.

Como resultado da queda do povo de seu patamar espiritual elevado, D’us anuncia que Sua presença não pode residir entre eles.

Moisés é forçado a mudar temporariamente a tenda para fora do acampamento, para que D’us continue a se comunicar com ele.

Moisés novamente sobe à montanha para rezar a D’us para que perdoe o povo judeu, e lhes devolva o status de povo escolhido.

Moisés finalmente retorna com o segundo conjunto de tábuas e um pacto renovado com D’us; sua face aparece resplandecente como resultado da revelação Divina.

“Quando fizeres a contagem dos filhos de Israel, conforme a sua soma, cada um deles dará ao Senhor o resgate da sua alma, quando os contares; para que não haja entre eles praga alguma, quando os contares” (Êx 30:12).

Os israelitas deveriam dar um “resgate”, cuja palavra vem da raiz “cobrir” “Kapará”,  קפארה  “ e significa “cobrir o pecado”.

D’us criou este sistema como uma copia e simbologia do que estava por vir, assim como criou o Sacerdócio e o Tabernaculo como uma copia do celestial que deverá vir.


D’us usa modelos a fim de ensinar a humanidade seus princípios.

Yeshua o Messias, era o objetivo deste sistema de redenção. E teve que mostrar claramente para Israel, e para cada nação do mundo, que toda a humanidade necessita ser redimida. Yeshua, o unigênito de D’us, foi dado como o preço da redenção,

Ele foi o preço de resgate, para a redenção de sua nação Israel e para as demais nações.

Israel é a nação primogênita de D’us, entre todas as nações do mundo.

Êxodo 4:22  Então dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito.

Como o primogênito de uma família, deve ser redimido, Israel teve que ser redimido primeiro pra que viesse a remição para as nações, pois a salvação vem dos judeus.

Cada homem devia pagar uma quantia em dinheiro, metade de um shekel, como o preço de redenção, chamado resgate. Não importa se era rico ou pobre, o preço era o mesmo.

Yeshua é o nosso parente que atuou como Remidor, E Ele é o preço desta remição.

Através deste ato, o homem pecador teria seu pecado coberto e sua vida restaurada! O Senhor não se tornou o seu resgate somente a fim de que eles fossem perdoados!

Ele planejou que juntamente com o perdão houvesse também a restauração da alma!

Porque há um só D’us e um só mediador entre D’us e os homens, o Messias Yeshua, O homem, o qual deu a si mesmo em (NefeshKofer) resgate da alma por todos, para servir de testemunho à seu tempo 1°Timóteo 2:5-6.

Agora Moisés nos fala sobre a pia de cobre: “Farás também uma pia de cobre com a sua base de cobre, para lavar; e a porás entre a tenda da congregação e o altar; e nela deitarás água” (Êx 30:18).

Esta pia tem um simbolismo muito forte, pois ela nos fala que após o homem ter se convertido ao Eterno, ele agora precisa ter sua vida purificada,

“E Aharon e seus filhos nela lavarão as suas mãos e os seus pés” (Êx 30:19),

A pia de cobre nos fala sobre uma nova vida que morre para o mundo e ressurge transformada para D’us!

“De sorte que fomos sepultados com ele pela imersão na morte; para que, como o Ungido foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Rm 6:4).

D’us ordenou que uma grande pia especial de cobre (kiyor) fosse construída e colocada no pátio do Tabernáculo.

Este lavatório era cheio com água a cada manhã para que os sacerdotes pudessem lavar suas mãos e seus pés antes de iniciar o serviço Divino.

Por que D’us ordenou aos sacerdotes que lavassem mãos e pés antes de iniciar seu trabalho no Santuário?

Para santificar suas mãos e pés antes do serviço Divino. Será que não era necessário santificar também o resto do corpo? Não!

Porque o corpo dos sacerdotes já se tornavam sagrados ao vestirem suas vestes sacerdotais. A água, então era utilizada para santificar mãos e pés que ficavam descobertos.

 “Tu, pois, toma para ti das principais especiarias, da mais pura mirra quinhentos siclos, e de canela aromática a metade, a saber, duzentos e cinqüenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinqüenta siclos.” (Êx 30:23).

A palavra traduzida por “especiarias” é besem e significa “perfume, ou aroma agradável”. Mirra” é mor e vem da raiz que significa “ser amargo, ser forte”. Já a canela é uma casca de árvore com cheiro adocicado.

 “E disto farás o azeite da santa unção, o perfume composto segundo a obra do perfumista: este será o azeite da santa unção” (Êx 30:25).

O objetivo final do Eterno é que fosse composto o azeite santo para unção! Este azeite tinha uma finalidade especial: seria usado também para ungir reis, profetas e sacerdotes!

A unção faria com que eles exalassem um cheiro agradável e apesar do amargor das tribulações eles estariam tornando-se cada vez mais fortes, e quando passassem pelo fogo, exalariam um cheiro adocicado e suave!

Esse é o resultado da unção do Eterno sobre a vida daqueles que Ele chama para servirem-no seja como reis seja como profetas ou como sacerdotes!

E esta unção está disponível para nós a qualquer momento!

 “E com ele ungirás a tenda da congregação, e a arca do testemunho, E a mesa com todos os seus utensílios, e o candelabro com os seus utensílios, e o altar do incenso. E o altar do holocausto com todos os seus utensílios, e a pia com a sua base. Assim santificarás estas coisas, para que sejam santíssimas; tudo o que tocar nelas será santo” (Êxodo 30:26-29).   

Mas o que ocorre com Aharon e seus filhos? “Também ungirás a Aharon e seus filhos, e os santificarás para me administrarem o sacerdócio” (Êx 30:30).

Aharon e os seus filhos também tornar-se-iam santos a fim de realizarem o sacerdócio perante o Eterno! Objetos santos requerem homens santos para se apresentarem diante do D-us Santo!

Há todo um cuidado da parte do Eterno a fim de que suas ordens sejam cumpridas: “Eis que eu tenho chamado pelo nome a Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Yehuda” (Êx 31:2).

Segundo a Tradição judaica, Betzalel ben Uri da tribo de Judá tinha apenas 13 anos quando foi nomeado para a construção do Mishkan. D’us o abençoou com inteligência e qualidade para todos os tipos de trabalhos!

“E o enchi do Espírito de Elohim, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência, em todo o lavor” (Êx 31:3).

Betzalel significa “Na Sombra de D’us”. Ele se tornou um homem com o Espirito de D’us: com sabedoria, discernimento e conhecimento.

Este homem tinha autoridade de Yehuda, tribo da qual descenderia Aquele que nos resgataria e que reconstruiria o “Templo” em três dias! Yeshua.

O Construtor de nosso Templo (Yeshua) morreu e ressuscitou a fim de que pudéssemos também fazer o mesmo e viver para sempre com Ele!

Este é o motivo pelo qual um homem da tribo de Yehudá recebeu tal incumbência e tal autoridade!

O bezerro de ouro.
Note: que após D’us outorgar a Torah no Sinai, umas 3.000 almas, por causa de sua infidelidade, morreram.

Em Atos 2:41 vemos que os discípulos,festejavam Shavuot (Pentecostes).

Que comemora a outorga da Torah no Monte Sinai e receberam o derramamento do Espírito Santo de D’us, e naquele dia umas 3.000 almas foram salvas.

Nenhuma mulher e os homens da tribo de Levi participou do pecado do bezerro de ouro. Os filhos de Israel só foram definitivamente perdoados oitenta dias depois, no “dia de Yom Kipur”, quando Moises desceu com as segundas Tábuas.

Por isto este dia é conhecido como o dia do perdão.

Êxodo 32:2:
E Aarão lhes disse: Tirai os pendentes de ouro que estão nas orelhas de vossas mulheres, de vossos filhos e de vossas filhas, e trazeis a mim.

Há uma ligação paralela, entre o bezerro de ouro e o Tabernáculo: ambos foram feitos como intentos para satisfazer à necessidade do homem de ter uma prova visível da presença de D’us.

Pense no bezerro de ouro como um tipo de “anti-Tabernáculo”.  O bezerro de ouro é a idéia perversa do ser humano sobre divindade.

O Tabernáculo era um modelo Celestial. Designado por D’us em cada detalhe. O caminho para a sabedoria encontra-se especialmente na aprendizagem dos erros dos outros.

A Torah conta a história do bezerro de ouro lado a lado com as instruções da construção do Tabernáculo.

O Tabernáculo torna fisico a espiritualidade de D’us e o bezerro de ouro torna físico a  “espiritualidade do homem.

O bezerro de ouro era um substituto pobre para a gloria do Tabernáculo. Por isto estas duas narrações estão juntas nas escrituras.

Enquanto Moises estava há 40 dias no monte Aarão não sabia o que estava sendo decidido para o serviço no Tabernáculo de D’us.

O povo não teve paciência e não esperaram em D’us e fizeram sua própria ‘religião e espiritualidade’

A idolatria é muito mais do que a adoração de um objeto como divindade.

Somente um idolatra muito simplório acredita que realmente o ídolo que adora é uma divindade.

Para a maioria o ídolo é uma representação física do poder espiritual desse deus. Para o adorador do ídolo a essência e o poder da divindade estavam representados naquela imagem.

Os Israelitas não adoravam um bezerro de ouro, mas ele foi feito para representar o Eterno. Eles não acreditavam que D’us era um bezerro de ouro, mas imaginaram que Ele poderia ser adorado por meio desta imagem (Êxodo 32:8).

A “espiritualidade” fora dos limites da Torah de D’us pode somente conduzir ao paganismo e conseqüentemente á idolatria e a adoração a demônios.

Quando os gentios começaram a se afastar da Torah entre os 2° e 4° século a primeira coisa após abolirem o Sábado e as festas, foi a introdução da idolatria, daí todos os outros tipos de paganismos entraram. 
 
Este é a batalha humana desde o primeiro Shabat e continuará até o fim do reino do Milenio do nosso Messias Yeshua.

Por que no final dos tempos as pessoas levantarão o anti-Messias, o anti-Cristo?

Pelas mesmas razões que os Israelitas moldaram a imagem do bezerro de ouro: impaciência, medo, ansiedade, e a necessidade de um D’us visível.

Esta Presente Era hoje está gritando para que alguém construa este “bezerro de ouro” um deus visível.

Mas logo, uma enorme parcela da igreja com atitudes ‘anti-Torá’  se juntarão aos esforços do mundo e mostrarão a todos como fazer este “bezerro de ouro” o Anticristo e a obedece-lo e adora-lo.

Depressa se desviou do caminho que eu lhe ordenei; eles fizeram para si um bezerro de fundição, e adoraram-no, e lhe ofereceram sacrifícios, e disseram: Eis aqui, ó Israel, o teu deus, que te tirou da terra do Egito. Êxodo 32:8

Caímos sempre em perigo quando nosso foco se desvia de D’us, nós podemos ser arrastados pelas seduções desta ‘Presente Era’ e acabaremos adorando vários dos ‘ídolos modernos’.

Neste episodio D’us diz a Moises que consumiria todo o povo e começaria um novo povo através do próprio Moises.

Êxodo 32:9,10 Disse mais o Senhor a Moisés: Tenho visto a este povo, e eis que é povo de dura cerviz.
Agora, pois, deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele, e o consuma; e eu farei de ti uma grande nação.

Êxodo 32:11-14  Moisés, porém, suplicou a Adonay seu D-us, e disse: Adonay, por que se acende a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande força e com forte mão? …Lembra-te de Abraão, de Isaque, e de Israel, teus servos, aos quais por ti mesmo juraste…

Dizer que Israel nunca precisou de um mediador entre eles e D’us, isto realmente é um engano! Israel e a humanidade sempre precisaram de um Mediador.

Seja através de Moises ou através dos sacerdotes que faziam sacrifícios pelos pecados individuais, ou coletivos todos precisamos de um mediador.

Aqui Moises é o típico Mediador ele suplica para que D’us perdoe os filhos de Israel e lembre-se das suas promessas e Alianças.  

Nós nunca podemos perder o foco do Mediador Yeshua, o Messias para que não sejamos varridos pela ira de D’us. (1°Timóteo 2:5).
D’us perdoa o seu povo e a Aliança é confirmada.

 Então disse Adonay: Eis que eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas quais nunca foram feitas em toda a terra, nem dentro de nação alguma; e todo este povo, no meio do qual estás, verá a obra de Adonay; porque coisa maravilhosa é o que faço contigo. ’ Êxodo 34:10

Resumindo o que falamos nas duas ultimas porções Terumah e Tetsavê, os filhos de Israel tem que estabelecer uma casa para D’us.

O Senhor esta em busca de uma casa para conter a sua Luz Celestial.

E obviamente esta casa tem que ser pura e sagrada e sustentar esta luz celestial.Ele manda edificar este Tabernáculo para que Ele possa habitar dentro deles. Não no meio deles.

D’us usa as calamidades e a dor e o sofrimento, não porque goste, ou seja sua escolha, mas porque somos nós é que escolhemos o que usar para a construção do Tabernáculo, como mostrou o Cap 25, foi construído com o ouro do bezerro de ouro.

D’us usa estas calamidades, como o corona vírus, para acelerar o processo de construção do seu Tabernáculo. Mas a historia não termina aqui.

Vimos que os filhos de Israel, tem que preparar o sacerdote de Israel. Muitos não entendem quando dizemos que estão adorando equivocadamente o filho de D’us e não Yeshua o Messias judeu.

Hoje tentaremos deixar mais claro isto baseado nesta Parashát.

O Eterno ama todas as nações e por isso abriu mão de seus poderes, e veio a terra na forma de um ser humano e morreu e ressuscitou para que toda a humanidade fosse salva.

E Ele chama a atenção de todo mundo através das calamidades. Aprendemos que a palavra Terumá derivada de duas palavras:

Torá e a letra (מ) de Mashiach משיח. A forma de nos livrarmos da  concha, קְלִפָּה (k’lipah),a toxidade, a maldade é praticando a Torá através do Messias.

A Torá juntamente com o Messias nos dá a oportunidade para extrairmos esta concha. Lembre que D’us disse para construirmos um Mikdash para que Eu possa habitar neles. מִקְדָּשׁ  mik’dash                                                                        

A palavra Mikdash vem da palavra Kadosh(Santidade). Mas porque a letra (מ) ? Pois esta letra deriva da palavra Mashiach.

Em essência estamos vendo uma formula muito clara. Mashiach – Kadosh.

O que temos que fazer nos últimos dias? É preparar e santificar o Messias trazendo santidade a Ele. Na porção desta semana lemos a santificação de Arão pelo povo. Não por D’us mas pelo povo.

Veja novamente a palavra Mikdash – Templo-   מִקְדָּשׁ

Mude a ordem das letras, que palavra temos?(shemed) שׁמִד             

Shem significa destruição, Shemed : o mal, demônio.

O que está dizendo aqui é que quando voce tira o (קְ) Kuf que significa santidade, voce causa destruição.

O que temos que fazer nos dias de hoje? É devolver a santidade, Kedusha, a nossa vida e a vida do Messias. Como fazemos?

Nós tinhamos o Messias autentico.Mas Ele foi vestido com a roupa errada pelos últimos 2000 anos.

E o Pai está muito bravo por isso. Por isso temos uma praga que esta invadindo todo o mundo, pior esta na Italia, mas está afetando todo o mundo inclusive Israel.

É porque o Messias está assentado nas portas de Roma. Esta profecia tem 2000 anos. “O Messias nas Portas de Roma” é uma história tradicional,uma parábola na tradição judaica, do Talmude  Sanhedrin 98a.

O que podemos fazer para encurtar o tempo desta praga?

Temos que vestir o Messias novamente com suas roupas originais para que Ele seja visto como o Rei de Israel.


Êxodo 28:1 1Depois farás chegar a ti teu irmão Arão, e seus filhos com ele, dentre os filhos de Israel, para me administrarem o ofício sacerdotal; a saber: Arão, Nadabe e Abiú, Eleazar e Itamar, os filhos de Arão.

Preste atenção o que diz a Torá quanto ao processo de trazer Aron como Sumo Sacerdote. E que é o nosso Sumo Sacerdote? Messias Yeshua!

Este texto é uma figura do Mashiach.Isto tem que acontecer desde Israel e em todas as nações.Israel tem que prepara-lo.Nós não o preparamos nestes 2.000 anos.

O verso seguinte deixa isto mais claro:

Êxodo 28:2-3  2Farás vestes sagradas para Arão, teu irmão, para glória e ornamento.  3 Falarás a todos os homens hábeis, a quem eu tenha enchido do espírito de sabedoria, que façam as vestes de Arão para santificá-lo, a fim de que me administre o ofício sacerdotal.

No original em vez das palavras: para glória e ornamento está a palavra Kavod.

Quem é que preparou Aron o sumo sacerdote com as vestes sagradas a fim de que me administre o ofício sacerdotal?

Êxodo 28:3-4  3 Falarás a todos os homens hábeis, a quem eu tenha enchido do espírito de sabedoria, que façam as vestes de Arão para santificá-lo 4 Estas pois são as vestes que farão: um peitoral, um éfode, um manto, uma túnica bordada, uma mitra e um cinto; farão, pois, as vestes sagradas para Arão, teu irmão, e para seus filhos, a fim de me administrarem o ofício sacerdotal.

Não é D’us que santifica Aron, que o torna Aron Kadosh,a santificação está chegando a Aron através do povo, são as pessoas que o santificam como Sumo Sacerdote.

São elas que põem nele as vestes sagradas. Hoje temos que por as roupas sagradas no Messias para que Ele seja o nosso Sumo Sacerdote e possa exercer o oficio sacerdotal.

Sem estas vestes Aron não poderia exercer o oficio sacerdotal e sem estas vestes Yeshua não pode exercer o oficio sacerdotal. Sem isto Ele não pode retornar.

Nós temos vestidos o nosso Messias como Egipcio, como Romano, e estas pragas estão chegando ao mundo com o propósito de tirar estas vestimentas e estes utensílios romanos e vesti-lo como o Rei de Israel.

A principal vestimenta do Sumo Sacerdote era o peitoral, em

                            חֹשֶׁן (Hoshen)         8+ 300+ 50 =  358

                         מָשִׁיחַ (Mashiach)    40+300+10+8=358

A palavra hebraica Hoshem tem o numero 358, o mesmo numero da palavra Mashiach.

Quem deve preparar o Mashiach para leva-lo a Israel? Nós. Somos nós que devemos vesti-lo como o hebreu que Ele é!

Devemos desnuda-lo destas roupas romanas,dessas tradições romanas de adorar imagens,de se dobrar a um papa, de dizer que a lei foi abolida, de dizer que o Shabat é coisa de Judeu e vesti-lo como o Rei que Ele é!.

Por isso temos uma praga, para que todos entendam que este é um presente espiritual que o Eterno nos dá porque está muito bravo com as nações.

Todavia Ele não destruiu as nações, Ele só lhes deu uma sacudida e lhes disse: Reconheçam o meu filho! Conheçam verdadeiramente o meu filho Yeshua!

Não o que é adorado pela Igreja Catolica, não aquele que o cristianismo criou, mas o verdadeiro, o Filho de Israel! Aquele que cumpre a lei, aquele que frequentou as festas bíblicas.

Não entre em pânico, mas veja como uma oportunidade de D’us de unificar o seu filho para todos os povos, para abrir os seus lábios e proclama-lo para todo o mundo, através dos Seus

Mandamentos, através da Torah, através da palavra do Messias Yeshua,pois Ele é o Messias de todo o povo de D’us, pois Ele é o Messias do Israel Espiritual de D’us!

Shabat Shalom!!